Mitos

Cinco mitos sobre a paternidade

Posted by on 13 / out / 2010 in Mitos | 5 comments

eueanneMitos e verdades
Se você é como a maioria dos pais de primeira viagem, cure deve estar com algumas idéias na cabeça um tanto equivocadas sobre o significado da paternidade. Esses conceitos são baseados em experiências com seu próprio pai e em atitudes que você acredita serem esperadas pela sociedade. Infelizmente, unhealthy há poucos recursos disponíveis para ajudar os homens a processar tais assuntos ou para colocar tantos mitos em xeque. Mesmo assim, mind quanto mais você examinar e buscar entender suas expectativas sobre a paternidade, mais chances terá de se tornar o pai que deseja.

Talvez o maior dos mitos seja o de que há apenas uma definição do que é ser um “bom pai”. A questão é que a paternidade não é nenhuma entidade imutável. Você tem o poder de fazer dela o que quiser para atender às suas necessidades, assim como as da sua família. E o melhor de tudo é que tem tempo para isso. Da gestação aos primeiros anos de uma criança, os homens mudam e desenvolvem uma identidade única como pais. Veja a seguir outros cinco mitos sobre a paternidade e a verdade escondida por trás deles.

Mito 1: Só os sentimentos da gestante é que contam
As incríveis mudanças no corpo de sua parceira durante a gravidez e os preparativos para o parto podem fazer com que se acredite que somente os sentimentos dela importam neste momento. A preocupação com o bem-estar físico e mental da mulher na gravidez é importante, assim como depois que o bebê nascer, o que não quer dizer que os sentimentos do pai não sejam também.

É mais fácil para um futuro papai falar todo animado sobre os aspectos positivos das mudanças que vêm pela frente. Bem mais complicado é dar voz à inevitável sensação de temor e apreensão. Será que vou desmaiar na hora do parto? Será que vai haver alguma complicação? Será que nosso relacionamento vai mudar? Será que a chegada de um filho não vai atrapalhar minha carreira?

É importante que sua parceira saiba dos seus receios. Muitos pais não compartilham medos sobre a gravidez e a chegara do bebê com as mulheres para poupá-las de mais preocupação. A verdade é que a maior parte das mulheres quer esse tipo de interação. Conversas sinceras e abertas só vão aproximar vocês dois.

Não deixe também de conversar com amigos que estejam passando ou já tenham passado pela experiência.

Mito 2: Recém-nascidos não precisam dos pais
A forte ligação entre sua parceira e o bebê, especialmente se ele estiver mamando no peito, poderá deixar você se questionando se afinal de contas vai servir para alguma coisa. Saiba que sim. Você é uma pessoa importante na vida do neném e traz conforto e segurança a ele. Para criar um vínculo especial com seu filho, segure-o no colo, nine-o, converse com ele ou cante uma música — só espere para fazer isso depois das mamadas, assim a atenção dele será total. Além de ter momentos especiais com o bebê, você também estará ajudando a dar um tempo para sua parceira descansar e recuperar as energias depois de amamentar.

Você pode ajudar a alimentar o bebê se sua parceira ordenhar o leite para colocar em uma mamadeira ou copinho, ou se vocês, junto com o pediatra, tiverem decidido complementar a alimentação com fórmula láctea.

Mito 3: Homens não sabem cuidar de bebês
Esta é uma grande mentira que impede pais de terem uma relação próxima com os bebês e causam ansiedade nas mães, que temem que os homens não sejam capazes de lidar com recém-nascidos. No mundo de hoje não faltam exemplos de homens que cuidam de bebês sozinhos. Pais e mães aprendem a atuar como tal no dia-a-dia, pela vivência e pelo contato com as crianças. Se dedicar tempo para seu filho, você naturalmente aprenderá a reconhecer as necessidades dele.

Mito 4: Homens que se dedicam aos filhos não estão bem na carreira
Muitos homens cresceram com o conceito de que seu valor era basicamente medido pelo trabalho. Mas essa verdade, que já foi absoluta, começa a mudar, e alguns homens estão trocando as conquistas profissionais por mais tempo com a família, por enxergar aí a fonte de sua satisfação pessoal, e não porque simplesmente suas carreiras já não iam bem mesmo. Hoje em dia, mais homens do que nunca sentem que ser bons pais é uma conquista significativa por si.

Mito 5: Você está destinado a ser um pai igual ao que teve
Seu próprio pai vai adquirir novos significados quando você se tornar pai. É natural pensar em sua história e acreditar que, por bem ou por mal, seguirá os passos do seu pai. Mas não tem que ser assim. Seu pai é uma das influências sobre o tipo de pai que você será, porém não a única. Pense em todas as pessoas que afetaram sua vida ao longo do tempo, de professores a amigos, tios e irmãos, e crie sua própria identidade paterna.

Basta ver como cada lugar do mundo encara a paternidade de uma forma diferente. Em algumas culturas africanas, por exemplo, “pai” é na verdade um grupo de homens, não um indivíduo. A paternidade é socialmente construída, baseada nas necessidades dos integrantes de um determinado local, em um determinado momento histórico. Foi assim com nossos pais. Para eles, ser bom pai era, acima de tudo, ser bom provedor e não deixar faltar casa, comida e educação para os filhos. Os homens agiam conforme o que parecia ser melhor dadas as demandas sociais e familiares da época.

Você também fará esse tipo de escolha. Procure enxergar a paternidade como um papel a ser desempenhado diariamente, conforme você explora as possibilidades da vida. Pegue as experiências positivas de sua própria família e acrescente novas por conta própria.

Como questionar os mitos da paternidade
1. Reflita sobre como a paternidade está afetando você. Compartilhe impressões com sua parceira e amigos que estão na mesma situação.

2. Pegue, acarinhe, nine e conforte seu recém-nascido desde a hora em que ele nascer.

3. Aprenda a trocar fraldas, dar banhos, alimentar seu filho e ser parte da rotina dele.

4. Pense nas concessões profissionais que está disposto a fazer para ter mais tempo para seu filho. Isso é algo que leva tempo.

5. Aproveite as boas qualidades do seu próprio pai, de professores, amigos e parentes para se espelhar e criar sua identidade paterna. Qualquer pessoa que teve um impacto positivo na sua vida pode ser um modelo a seguir.

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Mito ou Verdade?

Posted by on 8 / jan / 2010 in Mitos | 1 comment


Mito ou realidade? O quanto a Lua influencia no parto? Uma mudança na faseda lua pode fazer uma criança nascer?

 

 

Não existe uma só publicação científica na área da Medicina que comprove a influência da lua nos partos. Entretanto, muitos médicos admitem que há um número maior de nascimentos nos dias de virada ou durante a faseda lua cheia. Uma coincidência inexplicável e quase mística tratada com desdém pela comunidade científica por causa da falta de comprovação.

Mas algo realmente inegável acontece, “uma ligação desconhecida entre a Lua e o nascimento”, concordam os ginecologista e obstetras. Há relatos médicos que dizem que conforme a transição lunar, o número de nascimentos nos hospitais chega a triplicar, fazendo inclusive com que alguns médicos programem o seu trabalho conforme o calendário lunar.

Na tentativa de uma explicação para o fenômeno, alguns profissionais da saúdedizem que, por tradição, os ciclos menstruais da mulhersão contados pelo sistema do mês lunar, com apenas 28 dias. A gestação também obedece o mesmo ciclo. Em média, são contados nove ciclos da lua — e não nove meses completos —, desde a fecundação até o momento previsto do parto.

Mesmo ainda sem comprovações sobre a influência da lua sobre o nascimento de bebês, é certo que o satélite é capaz de proporcionar mudanças em elementos da Terra. Os mais visíveis dizem respeito aos elementos fluidos, como a água das marés e os ventos atmosféricos.

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Mitos da Paternidade!

Posted by on 13 / set / 2009 in Mitos | 1 comment

Se você é como a maioria dos pais de primeira viajem, physician você provavelmente carrega silenciosamente dúvidas sobre o significado de ser pai. As idéias sobre o assunto que vêm à sua mente estão ligadas ao relacionamento que você teve com o seu pai, decease o que você lembra sobre ele na sua infância e também o que você ouve dizer por aí, clinic entre amigos ou na TV.
Veja aqui alguns mitos que já foram regras mas que hoje estão totalmente ultrapassados.

Os sentimentos da mulher grávida estão acima de tudo:
A sua esposa está passando por uma fase que pode ser difícil, tantas mudanças em seu corpo que com certeza afetam sua mente e sentimentos. Você como pai tem ser um apoio, tem que tomar cuidado com o que fala, senão ela chora. Todos a volta querem dar atenção especial para a mulher mas ninguém está interessado com o que esteja acontecendo com o pai. Para os homens é fácil falar da alegria, da empolgação de ter um filho. Mas, se você só começa a tentar dizer o medo que sente, da preocupação se tudo vai dar certo e correr bem, ou que você também tem sentimentos e gostaria de um pouco de atenção, mesmo os amigos já te olham estranho. “Falar sobre sentimentos não é coisa para homem.” Mas claro que é! Muitos homens não querem falar sobre os seus medos para não aborrecer ou entristecer a esposa mas não deveria ser assim. Vocês dois são um time e têm que conversar. Às vezes o que vocês dois estão sentindo são os mesmos sentimentos e, compartilhando a gente se fortalece juntos. Permita-se expressar tanto os seus medos como as suas alegrias.

Recém-nascidos não precisam dos pais:
Agora que seu filho nasceu e você vê essa conexão linda entre mãe e filho, especialmente a amamentação e, você chega à conclusão que ainda não está na hora de você entrar em cena. Você estará completamente errado se estiver pensando assim. Nunca é cedo demais para estabelecer o relacionamento entre pai e filho. Espere até que já tenha mamado, se ele mama no seio e, abrace-o e converse com ele, deixe ele sentir seu cheiro e adormecer em seus braços. E sua esposa pode também extrair leite para que você possa também alimentá-lo. Dar banho e trocar fraldas também são tarefas que o pai pode assumir não só para ajudar a mãe mas começar o relacionamento com seu filho.

Homens não sabem tomar conta de recém-nascidos:
essa é quase a maior mentira que já inventaram e o pior é que é incrível o número de pessoas que realmente acreditam nela. Muitos homens realmente acabam acreditando que não são capazes de segurar um neném e privam-se de estabelecer contato com seu filho desde os primeiros dias. E muitas mães também têm em mente que isso é verdade e temem em dar o neném nas mãos do pai.
Mas, assim como a mãe de primeira viagem pode aprender a segurar e cuidar do neném, o pai também pode aprender, não tem nada a ver com “instinto materno”, basta querer. É a prática que leva à perfeição. Passando tempo com seu neném é que vai ajudá-lo a perceber suas necessidades e é gratificando quando a gente começa a entender o que ele gosta e quer.

O seu destino é ser como seu pai
È natural basear-se na sua própria experiência com seu pai ao pensar como vai ser com o seu filho. Mas essa é somente uma das influências que você teve em sua vida e não precisa necessariamente basear-se nela se não quiser. Às vezes o seu pai não foi exatamente o tipo de pai que você gostaria de ter. Tente lembrar o que você esperava do seu pai quando era pequeno e repasse para o seu filho, lembre-se de professores que você teve, ou tios, ou pais de amigos.
Na época de nossos pais, ser um bom pai estava diretamente relacionado com o fato de poder prover casa, comida e educação para sua família. Provavelmente nossos pais não passaram tanto tempo conosco como nós pretendemos passar com os nossos filhos mas, eles estavam fazendo o que era para a época considerado o melhor para os filhos. Não que hoje em dia não seja importante que o pai seja o principal provedor do lar mas tem que fazer muito mais que isso. E é um prazer.

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