Dicas de Prima

QUANTO CUSTA TER UM FILHO?

Posted by on 15 / jul / 2014 in Dicas de Prima | 0 comments

 

Volta e meia escutamos que trazer um filho ao mundo não é fácil e que criá-lo pode ser mais difícil e caro do que parece. Não se trata de palavras sem fundamento! Realmente a gestação, stomach criação e educação de um filho podem pesar no bolso e justamente por isso, são responsabilidades que demandam muito planejamento financeiro.

Pais e mães do mundo inteiro são enfáticos ao afirmar que depois que um filho nasce, a vida muda.Que nada permanece no lugar e que as prioridades são outras. O fato é que toda essa revolução começa a acontecer antes mesmo do parto.

Se você pretende ter um filho, prepare-se para as grandes mudanças que acontecerão na sua vida! Se você já tem, pegue o lápis e a calculadora, pois para prover as necessidades básicas dele é necessário ter disciplina e planejamento.

O custo total para cuidar de um filho até a idade adulta pode atingir valores bastante altos, a depender da renda dos pais, do padrão de vida da família e das suas prioridades financeiras. Quer saber quanto dinheiro você precisa para ter filhos? Então acompanhe o nosso artigo!

VOU TER UM FILHO. E AGORA?

Agora é se organizar e economizar mais do que nunca. De acordo com o INVENT, filhos podem custar entre um e dois milhões para pais de classe alta. Mas não precisa se desesperar! Embora saiam caro também, os filhos de classe média e classe média alta custam aos seus pais entre R$ 320.400 e R$ 640.920. Isso é o equivalente a um bom imóvel, uma gorda poupança ou uma frota de até 20 carros populares.

Investimentos dessa proporção dificilmente podem ser feitos da noite para o dia e com os filhos também é assim. Os gastos e aplicações são graduais e é justamente aí que a programação financeira se torna imprescindível, afinal, no investimento com os filhos há tempo para se planejar e priorizar os gastos em cada fase da vida deles.

PLANEJAMENTO E GESTAÇÃO

O ideal é que a chegada de um bebê seja planejada, a fim de que essa fase seja mais tranquila e prazerosa para os pais. Os especialistas recomendam que as questões que possam vir a se complicar com o nascimento do filho sejam resolvidas antes da gestação. Nessa lista de resoluções, devem ser priorizados os eventuais reparos na casa, a quitação de dívidas e também a abertura de uma poupança. O casal deve considerar também o tempo em que a mãe se ausentará do trabalho e verificar se a renda familiar é suficiente para cobrir os gastos da gravidez.

Investir em um bom plano de saúde (R$ 190 a R$ 560,00 mensais) pode ser uma ótima estratégia, pois os planos cobrem as consultas mensais (R$ 100 a R$ 300,00) e exames que podem custar até R$ 2.000. É comum também que ele cubra a internação da gestantes (R$ 800 a R$ 10.000) e o berçário (R$ 1.000). Ainda assim é preciso preparar o bolso para as despesas extras, como por exemplo, os testes de tipagem sanguínea e o teste do pezinho (total de R$ 150,00 em média). Além disso, o planejamento é fundamental, pois existe um período de carência para poder usufruir dessa cobertura.

ENXOVAL, DECORAÇÃO E VESTUÁRIO

Durante a gestação, os pais ganham presentes que acabam dando uma força a mais nessa fase de tantos gastos. Fraldas, banheiras, bebê conforto e carrinho são alguns dos presentes mais comuns e a economia pode passar de R$ 3.000 se eles forem recebidos espontaneamente, sem a realização dos tradicionais chás de bebê. Em muitos casos, esse evento acarreta custos altos e acaba tendo um caráter exclusivamente comemorativo, considerando que os pais gastam mais do que ganham na realização dos chás.

Quanto à decoração de um quarto de bebê, ela costuma custar entre R$ 2.000 e R$ 10.000, desde os móveis, passando pelos itens como mosqueteiros e chegando aos artigos decorativos como pelúcias, nichos, tapetes e móbiles. As reformas e adaptações no quartinho também fazem a conta subir, mas se o papai usar as habilidades de pintor e a mamãe atuar como decoradora, a economia acaba sendo grande, já que os gastos com mão de obra especializada podem passar de R$ 3.000.

Diferentemente dos gastos com decoração, as despesas com vestuário são contínuas e incluem a compra de roupas, calçados e acessórios. De acordo com Adriano Amui, o valor investido nesse tipo de aquisição varia de R$ 45.000 a R$ 148.896 (filhos de classe média e classe alta).

Que pai não gosta de ver o filho bonito e bem arrumado? Esse desejo é válido, mas não deve sobrepor à razão. É preciso ter equilíbrio para comprar realmente o que o filho precisa e adequar os gastos com vestuário à realidade da família. É possível ter bom gosto e fazer excelentes compras de forma econômica. Outra dica bacana é não comprar tamanhos pequenos demais, pois os filhos crescem rápido.

ALIMENTAÇÃO, SAÚDE E BEM-ESTAR

Logo nos primeiros dias de vida de um filho, a conta da farmácia pesa no orçamento. Vários pacotes de fralda, produtos de higiene e eventuais remédios para a mãe e o bebê podem totalizar gastos de até R$ 300 por mês. Para não ver as cifras subirem, é melhor torcer para não haver necessidade de comprar leite especial, pois a lata custa em torno de R$ 50. A suplementação para a mãe em caso de anemia também custa caro.

O tempo passa e os gastos com saúde não diminuem. Soma-se a essa conta o plano de saúde, gastos com dentista, pediatra e necessidades particulares de cada criança. Além disso, atividades de promoção do bem-estar começam a ser inseridas na rotina da criança e nesse caso é importante se preparar para mensalidades como aula de natação, balé e futebol.

Do leite de cada dia ao fast food na adolescência, a alimentação de um filho não sai barata, variando entre R$ 42.000 e R$ 126.000 (de 0 a 22 anos). O valor gasto com comida depende da renda familiar e dos hábitos alimentares do filho. Caso ele tenha alguma intolerância, certamente os gastos mensais com alimentação sobem.

CRECHE E FASE ESCOLAR

Nos anos iniciais da vida de uma criança, ela precisa de atenção redobrada e ninguém oferece isso melhor do que os próprios pais. Mesmo assim, em muitas situações a mãe tem que retornar ao trabalho logo após a licença-maternidade, a fim de complementar a renda da família e a saída nesse caso acaba sendo as creches e escolinhas. Mais um gasto!

A mensalidade varia de R$ 200 a R$ 2.000, a depender da localização do estabelecimento. Quanto mais atividades extracurriculares, maior será o valor pago para manter seu filho em um lugar seguro e bem conceituado. A conta fica ainda maior quando são acrescentados os gastos com materiais escolares, uniformes e festinhas. Prepare o bolso!

LAZER  E ENTRETENIMENTO

Nem só do suprimento de necessidades básicas viverá um filho! Segundo o INVENT,  os pais podem gastar entre R$ 36.600 até 160.723 com brinquedos e tecnologia. Além disso, imagine quanto se gasta com academia, clube, cinema, viagens, festas de aniversário e passeios até que um filho complete 23 anos! De acordo com os cálculos do próprio INVENT, as cifras variam de R$ 94.800 a R$ 421.024. Muito, não?

GASTOS ACADÊMICOS

Quando se inicia a vida adulta, os gastos podem se intensificar, especialmente no que diz respeito aos investimentos em educação. Os custos não incluem apenas a mensalidade de faculdades privadas, mas também as apostilas, livros, materiais escolares, palestras, cursos e workshops. Mesmo os filhos que estudam em universidades públicas, acarretam gastos com transporte, atividades extracurriculares e materiais complementares.

De acordo com o economista Mauro Halfeld, baseado em dados da Fipe – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, 11% do orçamento familiar é destinado à educação, sendo que 80% desses gastos são decorrentes da educação dos filhos.

Se o filho morar com os pais o gasto é expressivo, porém é possível economizar muito mais do que se o filho fizer faculdade em outra cidade. Para o consultor  Ricardo Betti, bancar um filho que faz faculdade fora não custa menos de R$ 250.000, se considerarmos gastos com mensalidade, alimentação,transporte e moradia.

Certamente, as alegrias que se tem com um filho são incalculáveis, mas os gastos e responsabilidades de trazer alguém ao mundo devem ser bem calculados! Dessa forma, pais e filhos podem ter uma vida tranquila, que só é possível com muito planejamento e organização.

Afinal, para ter um filho, alem de todo amor, é preciso se planejar financeiramente.

Um abraço a todos

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07 atitudes dos Pais que prejudicam os filhos a caminho da liderança

Posted by on 17 / jan / 2014 in Dicas de Prima | 2 comments

Recentemente o site da Forbes publicou uma matéria muito interessante sobre atitudes que tomamos e que podem ser prejudiciais aos nossos filhos, treatment quando o assunto é liderança. A matéria foi publicada pela terapeuta familiar Kathy Caprino.

07 atitudes

 

Para entender melhor como isso acontece, Kathy conversou com o especialista em liderança Tim Elmore, a fim de saber mais como os pais estão falhando com as crianças de hoje em dia e tornando mais distante o caminho para a liderança. Elmore é fundador e presidente da organização “Growing Leaders”, dedicada a orientar os jovens para serem os líderes de amanhã.

Confiram a lista:

1. Não deixar as crianças se arriscarem

O medo de perdê-las nos leva a fazer tudo o que podemos para protegê-las. Isso é correto e de fato uma responsabilidade dos pais, mas há riscos saudáveis e que precisam ser permitidos. Psicólogos europeus descobriram que crianças que não podem brincar fora de casa e que nunca chegam a se machucar de leve (sofrer uma queda, por exemplo) frequentemente desenvolvem fobias na idade adulta. Não permitir que adolescentes sofram o fim de um relacionamento amoroso ou que crianças caiam algumas vezes, aprendendo que é normal, provavelmente gerará adultos arrogantes (que não sabem lidar com as falhas) e com baixa autoestima.

2. Correr ao seu socorro muito rápido

Quando cuidamos de todos os problemas e enchemos as crianças de excessivos cuidados, deixamos de ensiná-las a tomar iniciativa e enfrentar suas dificuldades. É necessário que elas aprendam a caminhar sozinhas, para que se tornem líderes. Do contrário, serão adultos acomodados e inconsequentes.

3. Elogiar com facilidade

Não há problemas em elogiar os filhos quando eles merecem, mas a política de que “todos são vencedores” pode ser prejudicial, em longo prazo. É importante fazer com que seu filho se sinta especial, mas elogiá-lo sem critério, deixando de lado comportamentos errados, lhe ensinará a mentir, exagerar e trair, por medo de enfrentar a realidade como ela é e de causar decepção ao admití-la.

4. Deixar a culpa ser um obstáculo para a boa liderança

Seus filhos não precisam amar você todos os minutos de suas vidas. Eles conseguirão lidar com decepções, mas não com o fato de serem mimados. Por isso diga “não” ou “agora não” e deixe que eles lutem por aquilo que realmente valorizam e precisam.

5. Não compartilhar nossos erros

Adolescentes saudáveis desejarão fazer as coisas do seu jeito, e nós como adultos temos que permitir isso, o que não significa que não possamos ajudá-los. Compartilhar erros do passado pode gerar um sentimento de identificação e orientar seus filhos a escolherem melhor. Você não é o único a influenciar seu filho, então busque ser a melhor influência.

6. Confundir inteligência, talento e influência com maturidade

A inteligência é muitas vezes usada como uma medida da maturidade de uma criança, e, como resultado, pais costumam deduzir que uma criança inteligente está pronta para o mundo, o que não é necessariamente verdade. Para decidir quando soltar mais seus filhos e dar-lhes mais independência, observe outras crianças da idade deles, e veja como responde às pequenas responsabilidades que lhes forem dadas. Não apresse nem atrase esta independência!

7. Não fazer o que dizemos

Como pais, é nossa responsabilidade dar o exemplo de vida que queremos que nossos filhos vivam, ajudando-lhes a construir um bom caráter e a serem responsáveis em todos os aspectos. Como líderes de nossas casas, podemos começar por falar apenas com honestidade, sem hipocrisia ou mentiras (nem mesmo aquelas mais simples). Observe suas ações e escolhas éticas; seu filho, com certeza, as estará observando.

 

Fonte: http://www.forbes.com/sites/kathycaprino/2014/01/16/7-crippling-parenting-behaviors-that-keep-children-from-growing-into-leaders/

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Blogagem Coletiva: Não esqueça de você, Mamãe!! #cancerdemama

Posted by on 21 / ago / 2013 in Dicas de Prima | 0 comments

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Não tenho muita autonomia para abordar esse assunto, sales mas uma ação hoje me chamou muito a atenção.

Um grupo de mães blogueiras, ailment tiveram a iniciativa de organizar no dia de hoje uma ação conhecida na Blogosfera como “Blogagem Coletiva”.

A ação foi idealizada pela Blogueira, sales autora e escritora do blog www.bagagemdemae.com.br, Loreta Berezutchi.

A ação consiste em chamar a atenção das mulheres para o evento Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama,” que será realizado no próximo dia 25 de Agosto, maiores informações sobre hora e local no site do IBCC (Instituto Brasileiro de Controle ao Câncer). Clique Aqui!

O tema é bem delicado e vale a pena reforçar a importância dos exames de prevenção a doença, inclusive o auto-exame que pode ser feito por você mesma mamãe. (Clique aqui e veja como fazer o exame).

 

É isso ai meninas, parabéns pela iniciativa e espero que conscientize muita gente.

 

Abs e até a próxima!!!!

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#PROTESTOMATERNO

Posted by on 20 / jun / 2013 in Dicas de Prima | 0 comments

cheap Helvetica, find sans-serif; font-size: x-large;”>Lute por um futuro melhor para o seu filho, a hora é agora!!!!!

 

 

#protestomaterno1

Senhores pais, acho que mais do que os jovens de hoje, devemos nós, pais dos jovens do amanhã, nos preocuparmos com o futuro, com o futuro dos nossos filhos.

A hora é agora, precisamos nos apropriar desse momento único que estamos vivendo no nosso tão amado País.

Mesmo muito jovem, lembro-me como se fosse hoje que, em 1992 conseguimos com a força da população, derrubar o governo Collor. O Gigante adormeceu e se calou por 21 anos, suportando tudo de olhos fechados e boca calada, desde governo FHC, dinheiro na cueca, até chegar ao mensalão. Mas agora chega, chega de achar que esta bom. Chega de aceitar que os impostos pagos são esses mesmos e pronto. Hoje enxergo que, se não fossem os malditos impostos, poderia dar a minha filha um futuro muito melhor, poderia talvez, parar de ficar fazendo contas no final do mês, pensando no que poderia fazer de melhor a ela. Sabe aquele “um pouco melhor para meu filho” que você repete a cada final de mês? Então, é possível sim que ele acontece, só depende de nós mudarmos essa história.

O vandalismo é tão nojento quanto essa corja de governantes do nosso país, mas o protesto bem feito, além de ser nosso direito, é talvez a nossa principal arma para que o dia de amanhã seja um dia mais feliz.

Hoje li uma matéria que me fez escrever esse post e participar ativamente dos protestos:

 Organizado pela Blogueira Beatriz Zogaib, proprietária e escritora do Blog www.maedecabecaaospes.com.br, cerca de 150 blogueiras realizarão nesta sexta-feira (21) uma postagem e um twitaço coletivo em apoio às manifestações democráticas que estão acontecendo em várias cidades brasileiras. Cada uma escreverá um texto em sua página para dar opinião sobre os protestos e apoiar mudanças nas áreas de educação, saúde e segurança, além de endossar o movimento contra a corrupção e redução de impostos.

É isso ai Beatriz, meus parabens pela iniciativa, e acho que esse protesto deve se estender por todas as comunidades.

Estou com vocês, estou com o Brasil, estou com o futuro melhor para os nossos filhos!!!!!

#protestomaterno

Espero que a minha filha possa ver esse post daqui a uns quinze anos e tenha orgulho do País realmente ter mudado, espero…

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Sono interrompido

Posted by on 7 / jun / 2013 in Dicas de Prima | 2 comments

Sono Interrompido
DESCUBRA ALGUNS ENGANOS QUE PAIS COMETEM E QUE PREJUDICAM OS SONHOS DO PEQUENO
TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO, RAQUEL BEER, FILHA DE MARCIA E ANDRÉ

SonharCrian_asFazer com que sua criança durma – e continue adormecida – é uma das tarefas mais desafiadoras da paternidade. Mesmo pais de “dorminhocos” têm que encarar a hora da soneca ou lutas na cama ocasionalmente.

Mas e se você pudesse ajudar seu filho com algumas dessas dificuldades? Especialistas identificaram seis erros comuns que pais cometem quando o assunto é fazer o filho fechar os olhos. Mas a boa notícia é que aqueles que cometem esses erros podem contorná-los sem muitos problemas.

1. Sono tardio
Crianças de hoje passam menos horas adormecidas do que os pais passavam quando eram pequenos. “Na infância e ao longo da pré-adolescência, as crianças hoje dormem menos do que as dos anos 70 e 80”, diz Marc Weissbluth, pediatra e autor de Healthy Sleep Habits, Happy Child (Hábitos Saudáveis de Sono, Criança Feliz). Um estudo divulgado na obra descobriu que crianças de dois anos dormem 40 minutos a menos do que as duas gerações anteriores.

Talvez o seu filho não tenha uma rotina de sono com horários, ou talvez você só tenha as noites para brincar com ele, mas a verdade é que dormir tarde pode gerar dificuldades em dormir, cochilar, e sono interrompido, segundo Weissbluth.

Além disso, o sono tardio gera uma fatiga desnecessária nos pequenos. “Quando eles ficam muito cansados, é mais difícil que eles durmam – e permaneçam adormecidos-, e eles acordam mais cedo do que se eles se deitassem na hora apropriada”, explicaa trabalhadora social Jill Spivack, co-criadora de The Sleepeasy Solution: The Exhausted Parent’s Guide to Getting Your Child to Sleep from Birth to Age5 (A solução do sono fácil: o Guia dos Pais Exaustos Para Fazer o Pequeno Dormir do Nascimento aos 5 anos).

Pense sobre isso: depois de chegar em casa, jantar e fazer o dever, dormir pode se tornar uma prioridade esquecida. Muitos pais adiam a hora da cama para evitar brigas ou com esperança de que seu filho irá dormir sem sozinho, mas para Mindell isso é tolice, já que quando as crianças estão muito cansadas, elas ainda ficam agitadas.

Solução: Estabeleça um horário regular para o sono e não abra mão dele. Também é recomendável colocá-lo na cama mais cedo, antes que ele coce os olhos ou boceje, porque mesmo 15 minutos de sono extra podem fazer a diferença.

Vale lembrar que bebês e crianças pequenas precisam de 11 horas de sono; crianças na pré-escola, de 12 horas se tirarem sonecas ao longo do dia, e crianças mais velhas, de 10 a 11 horas. Descubra a hora que o seu precisa acordar e faça as contas!

2. Movimento sonolento
Que pais não deram um suspiro de alívio ao assistir o bebê deles pegar no sono no banco traseiro do carro? Mas algumas mães e pais caem na armadilha de usar movimentos para fazer seus jovens filhos cochilarem toda noite. “Se a criança sempre dorme em movimento – em balanços ou carros – ela provavelmente não tem o sono mais profundo e restaurativo, devido à estimulação do movimento”, diz Weissbluth. Ele compara o sono induzido por movimento ao tipo de soneca que o adulto pode tirar enquanto voa em um avião.

Solução: Use movimentos para acalmar, não para ninar.

Você pode usar movimentos para acalmar uma criança nervosa. Mas quando ela adormecer, pare com o balanço ou estacione o carrinho. “A criança terá um sono de melhor qualidade”, diz Weissbluth. No caso de uma viagem de carro, sinta-se livre para aproveitar os momentos de silêncio.

3. Super estimulação
O móbile pode ser uma das razões para a falta de sono do bebê. “Eu fiz o que achava que todas as novas mães tinham que fazer – colocar um móbile no berço”, diz Kelly Ingevaldson. Mas ela rapidamente aprendeu que o enfeite – com os brinquedos giratórios, barulhos e luzes – representava muita distração para a sua filha. “Ela não dormia admirada com o móbile. Com tantas cores brilhantes, ele estava mantendo-a acordada em vez de mostrá-la que era hora de dormir”.

No caso de crianças mais velhas, a agitação pode ocorrer devido a muitos brinquedos em sua cama ou outras distrações.

Solução: Escuro sem adrenalina.

Para que o pequeno aproveite ao máximo o sono, coloque os bebês e as crianças para dormir em salas escuras. “Para que os bebês durmam bem, em uma escala de 1 a 10, com 10 sendo o mais escuro, o quarto deve ser entre 8 e 9”, diz Spivack. Quanto aos barulhos, um ventilador ou outra máquina podem ser usados para abafar os sons da rua ou do quarto ao lado.

Crianças mais velhas podem ter uma luz leve, para espantar os medos, mas nada de entretenimento na hora de dormir. Pense bem antes de permitir TV ou computador no quarto do pequeno. Mesmo crianças que adormecem com o DVD favorito perdem meia hora preciosa de sono – uma perda que pode afetar o humor e comportamento durante o dia. É mais fácil manter eletrônicos fora do quarto e negociar a questão cada noite.

4. Rotina quebrada
Você pode pensar que a rotina do bebê, com banho, livro e canção de ninar, não é muito necessária. Mas ter uma série de atividades calmantes e divertidas levando a hora de dormir é muito importante, de acordo com Judith Owens, diretora da clínica pediátrica de distúrbios do sono no Hospital para Crianças Hasbro, em Providence. “Isso prepara sua criança para dormir”, explica.

Pais de crescidos muitas vezes abandonam a rotina por pensarem erroneamente que a criança é muito velha, ou porque eles estão cansados de fazê-la. Mas até os adultos se beneficiam ao terem algum tipo de rotina para se acalmarem toda noite. “Nós não podemos esperar que nossas crianças migrem de um dia agitado para um quarto de luzes apagadas”, diz Mindell.

Solução: Um ritual confortável de na hora de dormir.

Independentemente da idade de seu filho, a chave é ter uma série premeditada de passos – ou o que Spivack chama de “sinais do sono” – que ajudam-no a se acalmar. Isso pode significar simplesmente colocar o pijama e se aconchegar; ou tomar banho, ler, cantar canções de ninar e até orar.

5. Inconsistência
Duas vezes por semana, quando ele está muito manhoso, você deita com seu filho na cama dele até que ele durma. Ou talvez você coloque sua criança no quarto dela, mas permita que ela invada a sua no meio da noite.

O problema não é o método usado, mas a inconsistência de sua prática. Muitos pais não se importam em abrigar o pequeno na cama com eles, mas muitas vezes eles terminam com uma “cama familiar” que eles não planejaram.

“Nas primeiras duas vezes que a criança levantar à noite, os pais vão coloca-la de volta em sua cama, e por volta das 3 da manhã eles deixaram que ela fique na cama com eles”. Explica Owens, que ainda afirma que esse cenário cria um “reforço intermitente”, que incentiva os pequenos a persistirem.

Solução: Estabeleça orientações.

Nunca é tarde demais para estabelecer regras.  Karen Tinsley-Kim tem um filho de três anos que recentemente começou a acordar às 11 horas da noite e achar o caminho para a cama dos pais. Depois de alguns meses de visitas noturnas, a privação do sono estimulou Tinsley-Kim a agir. “Eu não o deixava sair de sua cama, dizendo-lhe do jeito mais gentil e firme que conseguia que era hora de dormir, e era hora de ele dormir na cama dele”, relata ela, que conseguiu fazer com que o menino ficasse na própria cama.

Existem exceções. Se a criança tem medo de tempestade, sinta-se livre para confortá-la, ficando com ela na cama ou dormindo em um colchão no quarto dela. Mas assim que o medo passar ou que a tempestade acalmar, retorne para sua rotina normal.

Uma criança que já teve o conforto de dormir com os pais pode protestar. Nesse caso, Mindell sugere que se tome alguns dias para lentamente sair dessa situação- talvez ficando perto da porta até que seu filho durma, antes de deixá-lo totalmente.

6. Passo precipitado
Sua criança faz 2 anos e você quer celebrar comprando aquela cama infantil bonitinha que você viu. Mas no mesmo dia em que você faz a troca, ela começa a acordar a noite e caminhar no horário em que deveria estar dormindo.

Por quê? Antes dos 3 anos aproximadamente, muitas crianças não estão preparadas para abandonar o berço. “Eles não têm o desenvolvimento cognitivo e autocontrole para ficar nos limites imaginários de uma cama”, diz Mindell.

Solução: Espere até que seu filho fique pronto.

Quando uma criança está perto dos 3 anos, talvez seja a hora de transferi-lo para uma cama maior. Talvez é a palavra certa: Se seu pequeno tem dificuldade com a transição, você sempre pode dar-lhe mais tempo.

Muito mais que voltar para as fraldas depois de desastrosas tentativas com o pinico, retornar ao berço não é um fracasso. “Se não está funcionando, não há nada de errado em voltar atrás”, diz Mindell. Seu filho vai eventualmente ser capaz de lidar com uma cama grande – e talvez até peça por uma. “Não conheço nenhuma criança que esteja indo para o jardim de infância e ainda durma em um berço”, diz Mindell.

fonte: http://www.guiame.com.br/noticias/gospel/familia/sono-interrompido.html

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05 Dicas para ajudar o seu filho a largar a chupeta

Posted by on 6 / jun / 2013 in Dicas de Prima | 2 comments

Dicas para seu filho largar a Chupeta

chupetaBoa tarde pessoal. Demorei um pouco para escrever, nurse mas estou de volta. Prometo que os posts serão mais frequenta de agora em diante.
Trago como tema algo muito importante. A dolorida hora de larga a chupeta. É fato que a chupeta tras uma certa tranquilidade a nós pais, stomach ainda mais naquele momento em que os filhos estão na fase “quero dormir”.
Mas para o bem dos nossos filhos, hospital precisamos estimula-los a largar a chupeta o mais rápido possível, pois isso pode acarretar em má formação na arcada dentária e problemas de dicção. Fica a dica.
Abaixo uma matéria feita em 2011 pela Revista Crescer com pediatra do Hospital Samaritano, Carlos Alberto Landi. Aqui ele indica 05 dicas interessantes para ajudar o seu filho a largar a chupeta.

Boa semana a todos e aproveitem a leitura.

@paideprima

Principalmente depois dos 3 anos, a chupeta é algo que não deveria mais fazer parte da vida das crianças nessa fase. O que fazer, então, se ela continua – firme e forte – na sua casa? Chegou o momento-limite de acabar com esse hábito, para o bem de seu filho. “A boca não foi feita para ficar tampada. A chupeta ocupa um lugar que deveria ficar vazio”, afirma a fonoaudióloga Flávia Ribeiro, do Hospital São Luiz, em São Paulo. O uso da chupeta não é recomendável nem para dormir. Dependendo da duração e da intensidade com que a criança usa a chupeta, poderá ter a mordida aberta (quando a língua entra no espaço entre os dentes, dificultando a pronúncia das palavras). “Além disso, há o risco de ocorrer uma alteração na arcada dentária”, alerta Flávia. Os pais têm de ensinar o filho a pegar no sono com a boca livre. É preciso determinação na retirada: saber que está fazendo a coisa certa e o filho é forte e vai suportar a perda. “As crianças adoram ouvir histórias antes de dormir. Aproveite esse momento, quando elas se envolvem nos enredos fantásticos, desligam-se e adormecem para ‘esquecer’ a chupeta”, orienta a especialista.
Abaixo, você confere 5 dicas para ajudá-la nesse processo:

1. TENTE AOS POUCOS
Reduza o tempo que ele fica com o acessório, espaçando os intervalos. É uma forma de ele começar a se desacostumar.

2. FORA PRENDEDOR
Se costuma usar a chupeta presa na roupa, tire o prendedor já! O uso excessivo provoca danos na musculatura oral, que não é fortalecida de forma adequada. A arcada dentária também pode ficar deformada.

3. FAÇA UMA TROCA
No caso de bebês, substitua a chupeta por algo de que ele goste ou pelo qual se interesse e que possa ser colocado na boca.

4. GOSTO RUIM
Deixe a chupeta estragar. Segundo os médicos, a criança vai perdendo o interesse porque o “gosto bom” acaba.

5. MARQUE O DIA
Combine um dia oficial para tirar a chupeta de vez. E não volte atrás. Senão ele vai entender que, sempre que quiser, você vai devolvê-la.

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